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“Um olhar atento e qualificado para o cenário internacional mostra que os países que conseguiram melhor enfrentar a crise econômica gerada pela pandemia foram aqueles que contam com uma indústria forte. A solução para reverter a situação em que o Brasil se encontra passa necessariamente pelo investimento em inovação e pela aprovação de reformas estruturantes que melhorem o ambiente de negócios no país. Esse é o caminho para gerar emprego e renda”, comentou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
Acesse aqui entrevista com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, sobre a pesquisa.
O medo de perder o emprego interrompeu série de quedas durante a pandemia e voltou a crescer, de 52%, em julho, para 61% em novembro. Para 16% o temor é muito grande, para 24%, ele é grande e para 21%, ele é médio. O percentual dos que não têm qualquer receio encolheu de 32% para 21% da população empregada.
Para agravar a situação, 64% dos entrevistados afirmam que a economia brasileira ainda não começou a se recuperar da crise econômica causada pela pandemia e 52% acreditam que essa recuperação vai levar mais de um ano para ocorrer ou não vai acontecer. O percentual é a soma daqueles que pensam que ela vai ocorrer de um ano até dois anos (16%), em mais de dois anos (36%). Para 4%, essa recuperação não vai ocorrer.
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