Segurança jurídica, competitividade e estabilidade são algumas das condições priorizadas pela Confederação no evento desta quarta, 25, em Brasília |
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A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizou, nesta quarta-feira (25), a entrega da Agenda Institucional do Sistema Comércio 2026. O evento reuniu parlamentares, especialistas e executivos de algumas das maiores empresas do varejo e de tecnologia no Brasil. O documento, que reúne propostas para o desenvolvimento do setor terciário e do País, foi entregue a todos os deputados e senadores presentes. O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, abriu o encontro reforçando a autonomia do setor produtivo. Ele destacou a importância do diálogo entre o setor privado e os poderes públicos para o avanço das pautas econômicas. “Este é um documento técnico, propositivo e apartidário que deve ser compreendido como um instrumento de Estado — e não de governo. Uma bússola para orientar decisões que ultrapassam ciclos políticos e que visam ao desenvolvimento sustentável do Brasil", declarou Tadros, que acrescentou: “Vivemos um momento político e institucional decisivo. Estamos às vésperas de um novo ciclo eleitoral, em que o debate público se intensificará e novos projetos de país serão apresentados. É justamente nesses momentos que se torna ainda mais necessária a previsibilidade, a responsabilidade e o compromisso com o interesse nacional”. Receba as notícias da CNC em primeira mão pelo Whatsapp. Acesse o canal CNC Notícias aqui! Segurança pública no combate da ilegalidade “Quem mais sofre é o cidadão pobre. Anda de ônibus, não tem carro blindado, compra um bem que muitas vezes é financiado, então ainda está pagando seu celular, seu automóvel, e acaba sendo roubado. Isso é terrível”, apontou Mendonça Filho, que sentenciou: “Ou o Brasil reage, ou vamos perder nosso Brasil para o crime”. Lopes alertou que parte da população brasileira vive submetida ao crime organizado, sem a opção de escolher quais serviços e produtos vai consumir, pois estão obrigadas a comprar os itens decididos por criminosos que exercem poder paralelo em suas comunidades. O apelo por segurança vem junto do apelo por justiça fiscal: “Temos que fazer um ajuste fiscal, sob pena de jamais termos uma condição de juros que suporte o comércio e investimentos saudáveis no País”, pediu o deputado. Promoção do turismo e da logística aérea “Este conjunto de 38 medidas busca dar acesso a localidades que ainda não são devidamente atendidas pelo transporte aéreo e permitir a redução do preço das passagens aéreas, para conseguirmos uma indústria mais inclusiva, para garantir o acesso de novos consumidores a este mercado”, avaliou Longo. Remessa conforme e a "Taxa das Blusinhas" Tecnologia para impulsionar |