Pernambuco está na 14ª colocação do novo Ranking de Transparência no Combate à COVID-19
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Por: Diário da Manhã, Publicado em: quinta, 21 de maio de 2020

 

Com 58,2 pontos, as práticas de transparência do Estado
para as contratações emergenciais são consideradas regulares.
 

Recife, com 59,4 pontos, tem seu nível
de transparência avaliado como regular.
 

 A Transparência Internacional - Brasil lançou nesta quinta-feira o Ranking de Transparência no Combate à COVID-19 para identificar e promover as melhores práticas de transparência de informações referentes às contratações emergenciais realizadas em resposta à COVID-19. Pernambuco, com 58,2 pontos, ficou na 14ª colocação dentre 26 estados avaliados e o Distrito Federal. Seu nível de transparência para as contratações emergenciais no enfrentamento da pandemia foi classificado como regular. Já o Recife totalizou 59,4 pontos na avaliação das 26 capitais brasileiras. Com essa pontuação, as práticas de transparência do município foram avaliadas como regulares.
 

O comparativo lançado hoje, que será atualizado regularmente, tem como objetivo oferecer um instrumento adicional para que a sociedade, a imprensa e os próprios órgãos de controle monitorem as respostas do poder público ante a crise. O ranking também tem como metas estimular o poder público a promover continuamente a transparência de suas ações e reconhecer o bom trabalho realizado por alguns governos estaduais e prefeituras.
 

Nesta 1ª edição do ranking, Espírito Santo (97,4 pontos), Distrito Federal (88,6), Goiás (84,8) e Paraná (81) destacaram-se como os quatro únicos estados com nível "ótimo" de transparência para contratações emergenciais. Ainda sobre as capitais, os destaques ficaram com João Pessoa (PB) e Goiânia (GO), com 88,6 e 83,5 pontos, respectivamente. Elas foram as duas únicas cidades pesquisadas que se enquadraram na categoria "ótimo".
 

A escala do ranking vai de zero a 100 pontos, na qual zero (péssimo) significa que o ente é avaliado como totalmente opaco e 100 (ótimo) indica que ele oferece alto grau de transparência.
 

Praticamente metade dos estados obteve pontuação classificada como ótima ou boa. A outra metade teve notas que apontaram transparência regular ou ruim. Nenhum estado se enquadrou na categoria "péssimo". Porém, a transparência de dois estados foi considerada ruim: Roraima e o estado mais rico do Brasil, São Paulo.
 

Já entre as capitais, cerca de 1/5 delas mostrou transparência avaliada como ótima ou boa. Todo o restante foi classificado como regular, ruim ou péssimo - sendo que apenas Belém teve essa última classificação


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